Bill Sienkiewicz e a experimentação em revista de linha

Em termos de histórias em quadrinhos, sempre gostei de ler de tudo um pouco. Nunca tive essa “frescura” de escolher lado, por exemplo, como marvete ou dcnauta. Na minha adolescência, entretanto, as coisas eram ligeiramente diferentes de hoje. O acesso aos quadrinhos era mais fácil devido aos formatinhos estarem disponíveis em qualquer banca de esquina. Por outro lado, o acesso à informação era difícil. Não havia internet, afinal de contas! A grana também era um pouco escassa para colecionar tudo (pré-adolescente liso!). Então, a única saída era escolher um personagem e seguir em frente, pegando revistas usadas em trocas com amigos do bairro. Assim, a principal revista que eu colecionava era a do Hulk. Afinal, foi com o Gigante Esmeralda que descobri os quadrinhos de super-heróis. E foi na revista do Hulk que descobri os Novos Mutantes. À princípio achei aqueles desenhos um pouco feios e sujos. Não me agradou muito! Mas dei uma chance mesmo assim. E gostei! Passei a devorar as histórias escritas pelo Chris Claremont e desenhadas por um tal Bill “sobrenome impronunciável”! Até hoje acho impressionante o nível de experimentação que o Sienkiewicz utilizou naquelas páginas, principalmente em se tratando de uma série mensal. E as capas? Soberbas! Claro que, depois de ficar viciado naqueles desenhos, fui atrás de tudo quanto era história dele e descobri a Elektra Assassina. Mas essa fica pra próxima!

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